Em unidade Fórum das 12 aponta ações conjuntas em defesa dos direitos e da educação pública

Representantes do Fórum das 12 / Foto: Ascom Fórum das ADs
Representantes do Fórum das 12 / Foto: Ascom Fórum das ADs

Em reunião realizada em Salvador, na última sexta-feira (12), o Fórum das 12, espaço que reúne representantes dos movimentos docente, estudantil e dos servidores técnicos, da Uneb, Uefs, Uesb e Uesc discutiu a necessidade da unificação da comunidade acadêmica das Universidades Estaduais da Bahia (UEBA) diante da conjuntura nacional e estadual.

Entre os principais encaminhamentos, a reunião apontou um calendário unificado de lutas alinhado à Semana de Mobilização das Estaduais com um dia de paralisação durante essa semana a ser definido em assembleia. A data da paralisação será apreciada nos fóruns deliberativos das três categorias, assim como também a Semana de Lutas, que foi sugerida, a princípio, entre os dias 29 de maio e 02 de junho.

Ampliar a luta em defesa das UEBA

De acordo com as análises dos representantes das categorias presentes na reunião, é uma realidade a precarização das condições de estudo e trabalho dos amplos setores da comunidade acadêmica, sejam eles técnicos, professores, estudantes e terceirizados. O sucateamento das universidades estaduais atinge hoje a totalidade dos campi das universidades. Segundo os representantes, lutar por melhores condições de estudo e trabalho perpassa por defender a sobrevivência das UEBA.

Nesse sentido, o Fórum das 12 tirou para o próximo período uma sequência de inciativas unitárias entre os setores tal como, realização de reuniões ampliadas entre as categorias, assembleias estudantis, reativação do Fórum Permanente Estudantil das UEBA, participação alinhada nos conselhos universitários, seminários e intensificação da campanha com as pautas estaduais unificadas diante do descaso do governo Rui Costa.

Mobilização e Ocupa Brasília

A discussão nacional também foi parte do debate. Segundo os representantes, a luta em defesa das universidades estaduais deve estar perpassada também pelo combate às medidas do governo Temer e o seu projeto neoliberal de educação e Brasil.

Diante disso, o Fórum discutiu a construção do dia 24 de maio, deliberado pelas centrais sindicais como dia nacional de luta, com caravana de todo país à Brasília, para um ato nacional contra a reforma trabalhista, da previdência e a Lei da Terceirização. O espaço apontou ainda uma paralisação para o dia 24 de maio, com flexibilização de datas para garantir o deslocamento para o “Ocupa Brasília”, além de atividades locais unificadas.

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