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	<description>Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Santa Cruz</description>
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		<title>Greve das Federais já conta com adesão de pelo menos 33 instituições</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:27:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
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		<description><![CDATA[A insatisfação dos docentes com a política do governo pode ser comprovada com o alto índice de adesão dos professores ao primeiro dia da greve nacional convocada pelo Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (ANDES-SN). Levantamento feito pelo Comando Nacional de Greve mostra que pelo menos 33 instituições federais de ensino (IFE) já aderiram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="yui_3_2_0_1_1337345885734229" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">A insatisfação dos docentes com a política do governo  pode ser comprovada com o alto índice de adesão dos professores ao primeiro dia  da greve nacional convocada pelo Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino  Superior (ANDES-SN). Levantamento feito pelo Comando Nacional de Greve mostra  que pelo menos 33 instituições federais de ensino (IFE) já aderiram à greve  nesta quinta-feira (17). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">A deflagração da greve nestas instituições aconteceu após  assembléias históricas nas seções sindicais do ANDES-SN, tanto pelo alto número  de professores presentes como pelo debate político realizado. A expectativa é  que novas instituições paralisem as atividades nos próximos dias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">CNG</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O Comando Nacional de Greve foi instalado na tarde desta  quinta (17) em Brasília (DF), na sede do Sindicato Nacional. Durante a  instalação do CNG, a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa, ressaltou a força  inicial da mobilização. </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">“Temos de reconhecer essa nossa vitória inicial, pois  conseguimos, a partir da mobilização de base, retomar a capacidade de ação e  reação do movimento docente”, frisou. <span id="more-3142"></span></p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">A presidente do ANDES-SN lembrou que a categoria está  sendo corajosa em enfrentar um governo que tem sido o guardião da lógica  gerencial do Estado. “E a nossa categoria, para eles, precisa ser enquadrada, já  que somos um dos poucos a questionar esse modelo”, afirmou. “Vamos enfrentar um  governo duro, intransigente e autoritário, mas não tínhamos escolha”, acrescentou.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Para Marina Barbosa, a greve será um momento para que a  categoria debata com a sociedade o modelo de universidade proposto pelo ANDES-SN  e denuncie a falta de estrutura das instituições federais de ensino,  principalmente as que foram expandidas pelo Reuni.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Ela também saldou os membros do CNG. “A Direção Nacional  vai dar todo o apoio necessário, mas a responsabilidade política de vocês é  enorme, já que são vocês que irão fazer a interlocução com as seções sindicais,  fazendo gerar e circular o debate político”, afirmou.</p>
<p>Os presentes  aprovaram o estatuto do CNG e também constituíram quatro comissões para  organizar os trabalhos e atender às demandas da greve: Secretaria, Imprensa,  Tesouraria e Infraestrutura.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Confira a lista das Instituições Federais de Ensino onde  a greve dos docentes começou nesta quinta (17)*</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">1- Universidade Federal do Amazonas (ADUA)<br />
2- Universidade Federal de Rondônia (SESDUF-RR)<br />
3- Universidade Federal Rural do  Amazonas (ADUFRA)<br />
4- Universidade Federal do Pará /Central (ADUFPA)<br />
5- Universidade Federal do Pará /Marabá (SINDUFPA-MAR)<br />
6- Universidade Federal  do Oeste do Pará (SINDUFOPA)<br />
7- Universidade Federal do Amapá  (SINDUNIFAP)<br />
8- Universidade Federal do Maranhão (APRUMA)<br />
9- Universidade  Federal do Piauí (ADUFPI)<br />
10 Universidade Federal do Semi-Árido (Mossoró)  (ADUFESA)<br />
11 Universidade Federal da Paraíba (ADUFPB)<br />
12 Universidade  Federal da Paraíba / Patos (ADUFPB-PATOS)<br />
13 Universidade Federal da Paraíba  / Cajazeiras (ADUC)<br />
14 Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG)<br />
15  Universidade Federal Rural de Pernambuco (ADUFERPE)<br />
16 Universidade Federal  de Alagoas (ADUFAL)<br />
17 Universidade Federal de Sergipe (ADUFS)<br />
18  Universidade Federal do Triângulo Mineiro (ADFMTM)<br />
19 Universidade Federal de  Uberlândia (ADUFU)<br />
20 Universidade Federal de Viçosa (ASPUV)<br />
21  Universidade Federal de Lavras (ADUFLA)<br />
22 Universidade Federal de Ouro Preto  (ADUFOP)<br />
23 Universidade Federal de São João Del Rey (ADFUNREI)<br />
24  Universidade Federal do Espírito Santo (ADUFES)<br />
25 Universidade Federal do  Paraná (APUFPR)<br />
26 Universidade Federal do Rio Grande (APROFURG)<br />
27  Universidade Federal do Mato Grosso (ADUFMAT)<br />
28 Universidade Federal do Mato  Grosso / Rondonópolis (ADUFMAT-ROO)<br />
29 Universidade Federal Rural do Rio de  Janeiro (ADUR-RJ)<br />
30 Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri  (SINDFAFEID)<br />
31 Universidade Tecnológica Federal do Paraná (SINDUTF-PR)<br />
32  Instituto Federal do Piauí (SINDCEFET-PI)<br />
33 Instituto Federal de Minas  Gerais (SINDCEFET-MG) </span></p>
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		<title>Greve de professores começa nesta quinta nas universidades federais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>

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		<description><![CDATA[Professores de diversas universidades federais iniciaram nesta quinta-feira (17) uma greve por tempo indeterminado, segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes). A entidade afirmou que a paralisação pode atingir pelo menos 17 universidades em nove estados. Na manhã desta quinta-feira, instituições do Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná e Pernambuco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Professores de diversas universidades federais iniciaram nesta quinta-feira (17) uma greve por tempo indeterminado, segundo a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes). A entidade afirmou que a paralisação pode atingir pelo menos 17 universidades em nove estados. Na manhã desta quinta-feira, instituições do Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná e Pernambuco tiveram aulas comprometidas. No Distrito Federal, uma assembleia marcada para a sexta-feira (18) pode decidir pela adesão à greve a partir da terça-feira (22).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com a Andes, alguns institutos federais podem iniciar uma paralisação a partir da segunda-feira (21).</p>
<p style="text-align: justify;">A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Na quarta-feira (16), o Ministério da Educação afirmou que não comentaria o anúncio de greve.<span id="more-3140"></span></p>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Professores se mobilizam pelo indicativo de greve (Foto: Divulgação )" src="http://s2.glbimg.com/jlZ2Hyt9l53AOa8j31fchkX1JdAz7ABYILaJU0Uq6UqQGaJqBaln5Y18u5AZgGBo/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/16/ag_adua_19.04.jpg" alt="Professores se mobilizam pelo indicativo de greve (Foto: Divulgação )" width="300" height="169" /></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Amazonas</strong><br />
Professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) anunciaram na terça-feira (15) que entrariam em <a href="http://g1.globo.com/amazonas/noticia/2012/05/professores-da-universidade-federal-do-am-aderem-greve-nacional.html">greve por tempo indeterminado a partir desta quinta</a>. O presidente da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), Antônio Neto, disse que as atividades no Campus serão mantidas e que docentes vão aproveitar a parte da manhã para passar nas salas e departamentos, com intuito de dialogar sobre a programação e ganhar apoio da comunidade acadêmica do movimento. &#8220;A principal intenção não é paralisar e sim fazer uma grande movimentação em todas as unidades, para que todos até mesmo alunos nos apóiem&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento também deve atingir as unidades acadêmicas da Ufam fora da capital, como Benjamin Constant, Humaitá, Parintins, Coari e Itacoatiara.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo o presidente da Adua, a mobilização tem intuito de ganhar mais adesão ao movimento, o Comando Local de Mobilização, com aproximadamente 20 professores,estão no campus fazendo panfletagem e aviso nas salas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distrito Federal</strong><br />
Os professores da Universidade de Brasília (UnB) <a href="http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/05/professores-da-unb-aprovam-indicativo-de-greve.html">aprovaram um indicativo de greve</a> durante assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (16). A principal reivindicação da categoria é a reestruturação da carreira dos docentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nossa greve não tem nada a ver com 4% ou 5%. Nós queremos é a reestruturação da carreira.O governo está fazendo a reestruturação de todos os servidores públicos e nós precisamos nos mover se não quisermos chorar daqui a 10 anos&#8221;, disse o presidente da Associação dos Docentes da UnB, Ebenezer Nogueira.</p>
<p style="text-align: justify;">Os professores vão fazer nova assembleia na sexta-feira (18) e, se aprovada, a greve deve começar a partir de terça-feira (22).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espírito Santo</strong><br />
As aulas na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) <a href="http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2012/05/aulas-na-universidade-federal-do-es-sao-paralisadas-diz-adufes.html">foram paralisadas</a> nesta quinta-feira (17). Segundo a Associação dos Docentes da Ufes (Adufes), acontece às 10h uma assembleia no Campus de Goiabeiras, em Vitória, para definir os rumos do greve dos professores no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">A diretora da Adufes, Mariane Lima de Sousa, alega que as principais reivindicações dos professores são a restruturação do plano de carreira dos profissionais e a destinação de 10% do PIB para a educação. “Essa paralisação visa corrigir as distorções na carreira do professor, que, muitas vezes, no final da carreira, acaba recebendo menos que um profissional que acabou de entrar no mercado de trabalho”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariane informou que a Adufes tem um plano para repor todas as aulas após o período de paralisação. Segundo a diretora, o salário de um professor de 20h é de aproximadamente R$ 1,5 mil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mato Grosso</strong><br />
Professores da Universidade Federal de Mato Grosso entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (17). A decisão foi tomada durante uma assembleia realizada na última segunda-feira e cerca de 20 mil alunos devem ficar sem aulas.</p>
<p style="text-align: justify;">A paralisação da UFMT faz parte de uma mobilização nacional. Pelo menos 33 sindicatos de instituições, segundo a Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat), também devem entrar em greve nesta quinta. Conforme a Adufmat, apenas o campus da UFMT em Rondonópolis não deve participar do movimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Minas Gerais</strong><br />
Em Minas, na Universidade Federal de Lavras (Ufla), segundo a assessoria de imprensa, 9 mil alunos estão sem aulas devido à paralisação de cerca de 500 professores. A Ufla tem 30 cursos de graduação (seis deles à distância) e 48 de pós-graduação, 28 de mestrado e 20 de doutorado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) também participa do protesto nacional da categoria. Segundo David Pinheiro Júnior, presidente da Associação dos Docentes da Ufop (Adufop), os grevistas farão, às 15h desta quinta-feira, um ato público no centro de Ouro Preto. Pinheiro Júnior afirmou que os professores farão uma passeata em em direção à reitoria da Ufop para entregar a pauta de reivindicações nacionais ao reitor.</p>
<p style="text-align: justify;">A Universidade Federal de Itajubá faz nesta quinta uma paralisação de 24 horas, e decidiu aderir à greve nacional a partir da segunda-feira (21).</p>
<p style="text-align: justify;">No Sul de Minas, a Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e a Universidade Federal de Lavras (Ufla) decidiram aderir à greve nacional da categoria. Na Unifal, será realizada uma manifestação de docentes na tarde desta quinta-feira (17). Alunos de alguns cursos entraram com pedidos para que as aulas não sejam suspensas. Os pedidos serão analisados nos próximos dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Unifal, apenas os serviços de laboratório e odontologia para o público externo continuam funcionando no campus de Alfenas (MG). Uma reunião com o colegiado está marcada para a próxima segunda-feira (21).</p>
<p style="text-align: justify;">Na Ufla, a greve foi aprovada na assembléia reailzada na última segunda-feira (14). A adesão é de toda a classe. Uma reunião vai avaliar os rumos que o movimento deve tomar. Professores da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) decidiram não aderir à greve.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Divinópolis, mais de 100 professores aderiram à greve e cerca de 1.300 alunos do campus Dona Lindu da Universidade Federal de São João Del Rey (UFSJ) vão ficar sem aula por tempo indeterminado.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em Uberaba, de acordo com a assessoria de comunicação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), os educadores estão em reunião para decidir o comando da greve. A manifestação vai acontecer nesta quinta-feira (17), das 14h às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Uberlândia, segundo a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Uberlândia (Adufu), mais da metade dos professores aderiu ao movimento. Ainda de acordo com a Adufu, só este ano a categoria fez três paralisações na cidade para chamar a atenção do Governo, que não atendeu as reivindicações da classe que incluem unificação das carreiras com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso salarial de R$ 2.329,35 e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pará</strong><br />
Professores da Universidade Federal do Pará <a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2012/05/professores-da-ufpa-realizam-ato-publico-nesta-quinta-feira-28.html">realizam ato público</a> a partir das 9h30 desta quinta-feira (28) para marcar o início da greve da categoria. A paralisação pode deixar mais de 30 mil alunos sem aulas.</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento pede a ampliação de vagas para concursos públicos, melhorias salariais e mudanças nas condições de trabalho dos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma reunião com representantes do governo federal foi agendada para 28 de maio para discutir as reinvidicações.</p>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Professores da UFCG votaram pela greve por tempo indeterminado durante assembleia (Foto: Adufcg/Divulgação)" src="http://s2.glbimg.com/hGmRywBL318plZ2LU-yHrytJTAlE4qY_S4fTQDJi7BpIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/16/greve.jpg" alt="Professores da UFCG votaram pela greve por tempo indeterminado durante assembleia (Foto: Adufcg/Divulgação)" width="300" height="225" /><strong><br />
</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paraíba</strong><br />
Professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) aderiram à greve a partir desta quinta-feira. Com a paralisação por tempo indeterminado, <a href="http://g1.globo.com/paraiba/noticia/2012/05/greves-dos-professores-da-ufpb-e-ufcg-deixam-62-mil-sem-aulas.html">62 mil alunos devem ficar sem aula</a> no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">A assessoria de imprensa da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (Adufcg) informou que como a greve tem caráter nacional as reivindicações das instituições são as mesmas. Segundo a assessoria, os professores querem a restruturação da carreira docente, prevista em um acordo firmado em 2011. Os docentes também pleiteiam melhores condições de trabalho e a valorização profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a assessoria de imprensa da UFPB, atualmente a instituição tem 42 mil alunos distribuídos nos campi de João Pessoa, Areia, Bananeira, Rio Tinto e Mamanguape. Já a assessoria de imprensa da Adufcg informou que a Universidade Federal de Campina Grande conta com 20 mil alunos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paraná</strong><br />
Os professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) <a href="http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/05/professores-da-ufpr-e-da-utfpr-entram-em-greve-partir-desta-quinta.html">decidiram aderir à greve nacional da categoria</a>. Na Universidade para a Integração Latino-Americana (Unila), os professores ainda não decidiram se entrarão em greve. Segundo a presidente da Associação dos Docentes da Unila (Adunila), Gisele Ricobom, os professores da instituição não são filiados à Andes e, por isso, não seguem o mesmo cronograma que a UFPR e a UTFPR.</p>
<p style="text-align: justify;">Ricobom diz que os professores da Unila farão uma assembleia na quinta-feira (24) para definir se param ou não. “Conhecemos as reivindicações da Andes e vamos analisar se aderimos ao movimento ou não. Ainda não é possível afirmar se entraremos ou não em greve”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) informou que a orientação dada aos sindicatos locais é para que não haja greve. Com isso, as aulas no Instituto Federal do Paraná (IFPR) também não devem ser afetadas pela paralisação.</p>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignright" title="Professores da UFRPE aderiram à paralisação (Foto: Vanessa Bahé / G1)" src="http://s2.glbimg.com/dobT9iBRTzRGDxVBXKv6pkms5Mjd3l6n_j2_2IzQ3UtIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/17/ufrpe.jpg" alt="Professores da UFRPE aderiram à paralisação (Foto: Vanessa Bahé / G1)" width="300" height="225" /><strong></strong></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pernambuco</strong><br />
Mais de 15 mil alunos da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e quase 5 mil estudantes da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) <a href="http://g1.globo.com/pernambuco/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/ufrpe-e-univasf-paralisam-atividades-e-deixam-cerca-de-20-mil-sem-aula.html">estão sem aulas por tempo indeterminado</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da Rural (Aduferpe), o professor Cícero Monteiro, a paralisação faz parte de um movimento nacional. &#8220;Nosso objetivo maior é conseguir o plano de carreira. Quando o professor entra na universidade, ganha menos que outros técnicos do serviço público. Além disso, vemos grandes distorções na carreira de professor. Queremos estabelecer 13 níveis&#8221;, explica Cícero.</p>
<p style="text-align: justify;">O sindicato acredita que tem, pelo menos, 90% de adesão nesse primeiro dia na sede. A paralisação das unidades de Serra Talhada e Garanhuns começou na própria terça-feira (15). &#8220;Os problemas lá vão além dos nacionais, são também locais, de estrutura&#8221;, detalha o professor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Piauí</strong><br />
De acordo com Mário Ângelo de Meneses Sousa, presidente da Associação de Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), parte das atividades da greve da categoria foram feitas em conjunto com os demais servidores federal, já que nesta quinta-feira acontece o Dia Nacional de Paralisação do Servidor Público Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Os professores da Federal do Piauí se reunião no fim da tarde desta quinta para calcular a adesão dos docentes ao movimento. Segundo Sousa, a UFPI tem 1.460 professores e 25 mil alunos.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: G1</p>
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		<title>ANDES-SN vai debater porque os docentes estão adoecendo mais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A desvalorização do papel do professor, a sobrecarga de atividades e a falta de infraestrutura física e de pessoal para desenvolver com qualidade suas atividades são alguns dos fatores têm levado a um crescente adoecimento dos docentes das universidades brasileiras. Esse é um fenômeno que já vem sendo estudado por alguns pesquisadores e que será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong></strong>A  desvalorização do papel do professor, a sobrecarga de atividades e a  falta de infraestrutura física e de pessoal para desenvolver com  qualidade suas atividades são alguns dos fatores têm levado a um  crescente adoecimento dos docentes das universidades brasileiras. Esse é  um fenômeno que já vem sendo estudado por alguns pesquisadores e que  será tratado no IV Encontro Nacional do ANDES-SN sobre Saúde do  Trabalhador, a ser realizado de 18 a 20 de maio, em Curitiba, que terá  como tema o “Adoecimento docente: causas e estratégias de  enfrentamento”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Infelizmente, os nossos professores estão  sobrecarregados, tendo de conciliar atividades de ensino, extensão,  orientação, pesquisa, publicação de artigos, participação em congressos,  em bancas de concursos e de mestrados e doutorados. Há uma cobrança de  produtividade muito grande, o que tem deixado muitos de nós doentes”,  afirmou a 1ª vice-presidente da Regional Sul, Bartira Grandi, que é uma  das coordenadoras do Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos  de Aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A diretora do ANDES-SN informou que o objetivo  desse IV Encontro será se debruçar sobre essas questões e debater  alternativas de combate a essa situação.<span id="more-3137"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A abertura do IV  Encontro será às 18h do dia 18 de maio, com a conferência “Adoecimento  Docente: causas e estratégias”, a ser proferida pelo professor da  Universidade Federal de São Carlos Eduardo Pinto e Silva. No sábado, dia  19, pela manhã, será realizada a mesa redonda “Relações no Trabalho –  Violência no Trabalho e Assédio Moral”, que contará com a participação  de Deise Mancebo, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse  mesmo dia, à tarde, será realizada a mesa redonda “Condições de  Trabalho e Adoecimento Docente”, que contará com a participação de June  Rezende, médica sanitarista e auditora fiscal do Ministério do Trabalho.  À noite está prevista a oficina “Ação Sindical em saúde do trabalhador –  o papel das seções sindicais na atuação pela saúde docente”. No  domingo, 20, será realizada a plenária de avaliação e encaminhamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bartira  Grandi explicou que a Associação dos Professores da Universidade  Federal do Paraná (Apufpr-SSind) dispôs-se a sediar o evento.  Essa  seção sindical vem desenvolvendo devido a ações realizadas na defesa da  saúde docente. “Acho que será uma troca interessante, já que eles vêm se  debruçando sobre o adoecimento docente há algum tempo&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: ANDES-SN</p>
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		<title>Resultado oficial das eleições para nova diretoria do ANDES-SN</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cumprimento ao calendário das eleições para Diretoria do ANDES-SN, biênio 2012/2014, encaminhamos o resultado oficial destas, segundo o qual foi eleita a Chapa 1 – ANDES-SN TRABALHO DOCENTE E COMPROMISSO SOCIAL. Segue abaixo o Mapa Eleitoral Geral e, no arquivo anexo, o mapa de apuração das eleições ANDES-SN por seção sindical e por secretaria regional. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em cumprimento ao calendário das eleições para Diretoria do ANDES-SN, biênio 2012/2014, encaminhamos o <strong>resultado oficial</strong> destas, segundo o qual foi eleita a Chapa 1 – ANDES-SN TRABALHO DOCENTE E COMPROMISSO SOCIAL.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segue  abaixo o Mapa Eleitoral Geral e, no arquivo anexo, o mapa de apuração  das eleições ANDES-SN por seção sindical e por secretaria regional.</p>
<table style="text-align: center;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="614"><strong>NÚMERO DE ELEITORES: 62.108</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="247">TOTAL DE VOTANTES</td>
<td width="162">10.460</td>
<td width="205">16,84%*</td>
</tr>
<tr>
<td width="247">VOTOS NA CHAPA 1</td>
<td width="162">9.476</td>
<td width="205">90,59%**</td>
</tr>
<tr>
<td width="247">VOTOS EM BRANCO</td>
<td width="162">643</td>
<td width="205">6,15%**</td>
</tr>
<tr>
<td width="247">VOTOS NULOS</td>
<td width="162">341</td>
<td width="205">
<p style="text-align: center;">3,26%**</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">*Percentual calculado em relação ao número de eleitores</p>
<p style="text-align: left;">** Percentuais calculados em relação ao número de votantes.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Lembramos que o prazo para recurso é de 24 horas após a divulgação dos resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo o que temos para o momento, enviamos nossas cordiais saudações sindicais e universitárias.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Prof. Hélvio Alexandre Mariano</p>
<p style="text-align: center;">Presidente da Comissão Eleitoral Central/2012</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: ANDES-SN </em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A ditadura do (des)governo do PT na Bahia: O caos da educação</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[greve]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Reginaldo de Souza Silva* Em greve há mais de 30 dias os professores das escolas públicas da Bahia continuam sua luta histórica pela valorização da categoria, pela melhoria das condições de trabalho e pela garantia de um padrão mínimo de qualidade para a educação baiana. A paralisação conta com a adesão de aproximadamente 1.450 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Reginaldo  de Souza Silva*</em></p>
<p style="text-align: justify;">Em  greve há mais de 30 dias os professores das escolas públicas da Bahia  continuam sua luta histórica pela valorização da categoria, pela  melhoria das condições de trabalho e pela garantia de um padrão mínimo  de qualidade para a educação baiana. A paralisação conta com a adesão de  aproximadamente 1.450 escolas da rede estadual, 37 mil professores, 1,1  milhão estudantes e seus familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se  da segunda greve de grandes proporções enfrentada este ano pelo  governador Jaques Wagner (PT), já que, em fevereiro desse mesmo ano, os  policiais militares pararam por 12 dias. O caos do serviço público no  estado baiano, acirrado pela ditadura do governo do Partido dos  Trabalhadores, é gritante e a população e os servidores públicos, que  conduziram esse partido político ao poder, estão dando conta que as  ilusões, as maracutaias e as falsas promessas feitas pelo PT voltaram-se  contra eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  greve, os professores pedem apenas que o governo baiano cumpra o piso  nacional de educação, que é de R$ 1.451. Para tanto, é necessário que a  salário atual seja reajustado em 22,22%, percentual determinado  legalmente. Até o momento, cerca de 5.210 professores com formação em  nível médio ainda têm salário de R$ 1.187,90, piso extinto desde o mês  de dezembro do ano passado. Entretanto, não se pode confiar em acordos  com o governo do PT porque ele não os cumpre.<span id="more-3132"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O  governo concedeu um reajuste linear de 6,5% para todo o funcionalismo  público e afirma que a reivindicação dos professores não será atendida  porque o estado não tem caixa para custear um novo aumento à categoria.  Além disso, o governo tomou medidas de “achatamento” dos salários dos  professores com formação em nível superior (licenciados), argumentando  que esses não precisam do reajuste salarial pois o salário-base já é  maior do que o piso nacional. Agindo dessa forma leviana o governo  baiano não reconhece outro direito básico do trabalhador que é de ter um  plano de carreira. Desta forma, formação e tempo de serviço dos  professores, mesmo reconhecidos socialmente e estabelecidos legalmente,  para o governador da Bahia não são relevantes. Se já está difícil achar  quem queira ser professor, imagine com essa ideia inaceitável de que o  piso salarial não é mínimo, mas o máximo, extinguindo a noção de  carreira profissional!</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, para o mega evento da copa do mundo, espaço de grandes negócios (e negociatas) não faltam recursos na Bahia&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao  que parece, com as práticas dignas de qualquer governo de ditadura, o  PT baiano afirma que o “diálogo” (leia-se monólogo, pois nele prevalece  as concepções do governo) com os professores está suspenso, bem como os  seus salários. Paradoxalmente, assistimos nos dias atuais um Partido dos  Trabalhadores desrespeitando os direitos e “matando” os próprios  trabalhadores de fome!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando  a educação será prioridade? Na terra de todos os santos e dos orixás, a  educação nunca foi priorizada nem por governos nem pela iniciativa  privada. Resta agora a intercessão da igreja católica! Porque nem mesmo  na justiça temos essa esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo  com toda base legal estabelecida (Constituição Federal, Lei de  Diretrizes e Bases da Educação, Plano Nacional de Educação, Lei do Piso)  apontando para a relação entre a qualidade da educação e os salários  dos professores, a justiça baiana, sem conseguir enxergar o Caos da  Educação no Estado, insiste em punir justamente quem quer construir uma  escola e educação de qualidade para todos: os professores. Que justiça é  esta que condena professores e não o governo Jacques Wagner pelo  desmantelo e abandono da educação estadual pública na Bahia?</p>
<p style="text-align: justify;">Convido  aos senhores componentes da magistratura e os gestores públicos da  educação (SERIN, SEFAZ, SAEB, CEE, SEPLAN, CODES) que saiam de seus  gabinetes confortáveis e com ar condicionado a permanecerem algumas  horas no interior de uma escola pública com: baixos indicadores de  qualidade (IDEB, prova Brasil, ENEM), falta de infraestrutura adequada e  de professores em quantidade e com formação em nível superior. Ou  melhor ainda, convido a que matriculem seus filhos e/ou netos nas  escolas públicas do estado como uma prova de que confiam de verdade em  suas próprias decisões quanto a educação da Bahia. E estendo o convite à  Assembléia Legislativa que, tutelada, conta com poucos legisladores com  ética e honra suficiente para aderir à luta por uma educação de  qualidade na Bahia.</p>
<p style="text-align: justify;">É  bom lembrar que o próprio ex-ministro da educação, Fernando Haddad,  reconheceu que o valor do piso nacional era irrisório. Reduzir,  portanto, as possibilidades de ganhos mais justos para os professores é  declarar a falência da educação pública brasileira que já vem sendo  frontalmente violentada pelas ações irresponsáveis dos governadores,  prefeitos e legisladores brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma  certeza os professores do Estado da Bahia têm: este governo irá passar e  a educação permanecerá. Sendo assim, alerto a toda sociedade  (profissionais da educação, alunos, mães, a comunidade, empresários,  legisladores, a justiça, os meios de comunicação) que fortaleçam a luta  por uma educação de qualidade na Bahia, sabendo que essa não se  efetivará sem professores valorizados e respeitados.</p>
<p style="text-align: justify;">*Doutor em Educação Brasileira, professor do  Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual do  Sudoeste da Bahia. Email: reginaldoprof@yahoo.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comissão de Educação da Alba não consegue quórum desde início da greve dos professores</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Núbia Passos* Em greve desde o dia 11 de abril, os professores da rede estadual de ensino da Bahia seguem sem conseguir acordo com o governo. Na última terça-feira (8), a Comissão de Educação aprovou a convocação do secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto, para falar sobre os gastos com o Fundeb. No entanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="yui_3_2_0_1_1337085258519210"><em>Por <em id="yui_3_2_0_1_1337085258519238">Núbia Passos*</em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em greve desde o dia 11 de abril, os professores da rede estadual de ensino da Bahia seguem sem conseguir acordo com o governo. Na última terça-feira (8), a Comissão de Educação aprovou a convocação do secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto, <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">para falar sobre os gastos com o Fundeb. No entanto, a convocação foi anulada a pedido do líder do governo, deputado Zé Neto (PT), alegando que o voto do deputado estadual Carlos Geilson (PTN) não é válido para essa solicitação, já que ele é suplente na comissão e os titulares estavam presentes.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">Em pronunciamento na Assembleia Legislativa da Bahia, nesta segunda-feira (14), o deputado Carlos Geilson criticou a base governista, por adotar a iniciativa de não dá quórum à Comissão de Educação. “Desde que começou a greve dos professores, a Comissão de Educação não consegue se reunir, e o motivo independe da presidente Kelly Magalhães (PC do B). O governo se recusa a dá quórum para que a comissão se reúna”, critica. </span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">Para o parlamentar a base do governo não dá quórum à Comissão porque não quer que o secretário de Educação seja convocado para se explicar. “O governo tem que explicar porque não concede reajuste aos docentes e se realmente não tem dinheiro para isto”.</span></span><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">De acordo com Geilson, o governo não tem dinheiro para os professores, mas gasta uma fortuna com o Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e com os Prestadores de Serviço Temporários (PST). “Gasta-se um absurdo com mão-de-obra, mas não tem dinheiro para dá o que é devido, o que é acordado numa mesa de negociação”, afirma o parlamentar. </span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">O deputado ainda disse ainda que boa parte da base governista parece que está sem memória, pois esqueceu suas antigas lutas. “Em 2000 Wagner discursou a favor dos professores, criticando César Borges, então governador, pelo corte no salário dos profissionais e hoje tenta atraí-lo para a base governista. Isso é está sem memória”, conclui. </span></span></span></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">*</span></span></span></span><em id="yui_3_2_0_1_1337085258519238">Assessora de Comunicação</em><em> do Deputado estadual Carlos Geilson (PTN)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Documentário sobre a introdução da vassoura-de-bruxa nas plantações de cacau da Bahia será exibido na UESC</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADUSC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UESC]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do sucesso da estreia no 2º Festival de Cinema Baiano &#8211; FECIBA, ocorrido em Ilhéus no início de abril, o documentário “O Nó: Ato Humano Deliberado” será exibido na Uesc para toda comunidade acadêmica. O filme que conta a introdução da vassoura de bruxa que devastou a região cacaueira no sul da Bahia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/O-N%C3%B3-1.jpg" alt="" width="482" height="229" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois do sucesso da estreia no 2º Festival de Cinema Baiano &#8211; FECIBA, ocorrido em Ilhéus no início de abril, o documentário “O Nó: Ato Humano Deliberado” será exibido na Uesc para toda comunidade acadêmica. O filme que conta a introdução da vassoura de bruxa que devastou a região cacaueira no sul da Bahia é uma produção independente do pesquisador de História Dilson Araújo e tem 68 minutos de duração. A exibição será no dia 30 de maio, no auditório Jorge Amado, às 19h.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a entrevista com o Engenheiro Agrônomo e Presidente do Instituto Pensar Cacau, Águido Muniz falando um pouco mais sobre o documentário.<span id="more-3128"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Do que se trata o filme?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um documentário baseado em documentos oficiais e depoimentos de técnicos, peritos, testemunhos e pesquisadores que conta a história da introdução da doença vassoura-de-bruxa nas plantações de cacau da região Sul da Bahia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual o objetivo do documentário?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo deste documentário é fazer o registro do fato histórico e buscar um reconhecimento do Estado brasileiro no sentido de reparar os danos causados à região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como surgiu a ideia de documentar a história da introdução vassoura-de-bruxa na região cacaueira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ideia surgiu no final de 2009, quando Dilson iniciou uma pesquisa sobre vassoura-de-bruxa, e teve acesso ao inquérito da polícia federal que concluiu que a ação foi criminosa. Diante de uma informação desconhecida da maioria, foi formatado o projeto do documentário, visando abordar as circunstâncias e as consequências relacionadas com a introdução e a disseminação da doença vassoura-de-bruxa na lavoura cacaueira do sul da Bahia a partir da exposição de elementos da história conhecida e de fatos inéditos, fartamente evidenciados no acervo da pesquisa, através de imagens, matérias jornalísticas, depoimentos de pessoas envolvidas e inúmeros documentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que poderá mudar na região após a ampla divulgação do documentário?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A nossa intenção é inicialmente divulgar a história pra toda a região e depois divulgar para o Executivo, o Judiciário e o Legislativo do Estado para que todos tomem conhecimento e a partir daí se busque uma solução para a crise que se instalou na região desde a chegada da doença. Isso é o que esperamos que ocorra.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adusb realiza seminário e curso de formação sindical nesta quarta, 16</title>
		<link>http://www.adusc.org.br/2012/05/adusb-realiza-seminario-e-curso-de-formacao-sindical-nesta-quarta-16/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Adusb-SSind inicia na próxima quarta, 16, no campus de Vitória da Conquista, o ciclo de debates e formação sindical “Movimento Sindical no Brasil: Abordagens históricas, conjuntura atual e perspectivas” com o objetivo de analisar e propor uma profunda discussão acerca do cenário atual para a classe trabalhadora. O evento acontecerá no auditório da Biofábrica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A  Adusb-SSind inicia na próxima quarta, 16, no campus de Vitória da  Conquista, o ciclo de debates e formação sindical “Movimento Sindical no  Brasil: Abordagens históricas, conjuntura atual e perspectivas” com o  objetivo de analisar e propor uma profunda discussão acerca do cenário  atual para a classe trabalhadora. O evento acontecerá no auditório da  Biofábrica (atrás do módulo de Medicina) e será aberto a toda comunidade  acadêmica bem como trabalhadores de outras categorias, também  convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">No  turno matutino (início às 9h) acontecerá o curso de formação  “Concepção, estratégia e prática sindical” preparado pelo Instituto  Latino Americano de Estudos Socioeconômicos (ILAESE), ministrado pela  ativista do Paraná, Érika Luciana Andreassy, da coordenação nacional. Já  às 14h acontecerá a palestra do professor doutor em Ciências Políticas  pela Unicamp, Cristiano Lima Ferraz (DH), que apresentará uma abordagem  histórica do sindicalismo brasileiro e a conjuntura das lutas atuais dos  trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade prosseguirá nos dias 26 de maio, em Jequié, e 31 de maio, em Itapetinga.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: ADUSB-SSind</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Professores das Federais entram em greve a partir de quinta-feira (17)</title>
		<link>http://www.adusc.org.br/2012/05/professores-das-federais-entram-em-greve-a-partir-de-quinta-feira-17/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adusc.org.br/?p=3122</guid>
		<description><![CDATA[Os professores das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) irão deflagrar greve por tempo indeterminado, a partir de quinta-feira (17). A decisão foi tomada, neste sábado (12), durante reunião do Setor das Ifes, do ANDES-SN. A greve foi aprovada sem nenhum voto contrário, com 33 votos favoráveis e três abstenções. A reunião contou com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="yui_3_2_0_1_1337000022482272">
<p id="yui_3_2_0_1_1337000022482271" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Os professores das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) irão deflagrar greve por tempo indeterminado, a partir de quinta-feira (17). A decisão foi tomada, neste sábado (12), durante reunião do Setor das Ifes, do ANDES-SN.<br />
A greve foi aprovada sem nenhum voto contrário, com 33 votos favoráveis e três abstenções. A reunião contou com a presença de 60 representantes de 43 Ifes. No momento da votação estavam presentes docentes de 36 instituições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><br />
<strong><strong><span style="font-family: Arial;">Reivindicações</span></strong></strong><strong><br />
</strong>Tendo como referência a pauta da Campanha 2012 dos professores federais, aprovada no 31º Congresso do Sindicato Nacional e já protocolada junto aos órgãos do governo desde fevereiro, os docentes reivindicam a reestruturação da carreira &#8211; prevista no Acordo firmado em 2011 e descumprido pelo governo federal.<br />
A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.<br />
Os professores também querem a valorização e melhoria das condições de trabalho dos docentes nas Universidades e Institutos Federais e atendimento das reivindicações específicas de cada instituição, a partir das pautas de elaboradas localmente.<br />
Vale lembrar que estas são reivindicações históricas da categoria docente e que a reestruturação da carreira vem sendo discutida desde o segundo semestre de 2010, sem registrar avanços efetivos. <span id="more-3122"></span></span></p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">O acordo emergencial firmado entre o Sindicato Nacional e o governo no ano passado, estipulava o prazo de 31 de março para a conclusão dos trabalhos do grupo constituído entre as partes e demais entidades do setor da educação para a reestruturação da carreira.<br />
Por diversas vezes, o ANDES-SN cobrou do governo uma mudança na postura e tratamento dado aos docentes, exigindo agilidade no calendário de negociação, o que não ocorreu. A precariedade nas Instituições Federais, em diversas partes do país, principalmente nos campi criados com a expansão via Reuni, também vem sendo há tempos sendo denunciada pelo Sindicato Nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><br />
<strong><strong><span style="font-family: Arial;">O que acontece agora?</span></strong></strong><strong><br />
</strong>A deliberação do Setor das Ifes será levada para as assembleias locais, que acontecem nesta segunda (14) e terça-feira (15), nas diversas seções sindicais do ANDES-SN nas instituições federais brasileiras, para confirmação da greve na base.<br />
Uma vez referendada pelos professores de cada instituição, haverá notificação às reitorias e as atividades serão suspensas por tempo indeterminado. Deverão ser instaladas assembleias locais permanentes e constituídos os comandos locais de greve (CLG). As eventuais atividades que sejam consideradas essenciais serão assim entendidas e negociadas entre as instituições e os CLG, considerando suas especificidades.<br />
Na quinta, 17 de maio, será instalado o Comando Nacional de Greve na sede do Sindicato Nacional, em Brasília. Neste mesmo dia, os servidores públicos federais realizam 24 horas de mobilização e paralisação geral da categoria.</span></p>
</div>
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<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Confira a agenda:</span></strong></strong><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><br />
</span></strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">14 e15 de maio: rodada nacional de Assembléias nas Ifes para deflagração da greve localmente;<br />
15 de maio: reunião do Grupo de Trabalho para Reestruturação da Carreira Docente, entre o ANDES-SN, governo e demais entidades do setor da educação;<br />
16 de maio: reunião do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Público Federais com o governo;<br />
17 de maio: instalação do comando nacional de greve, às 14h na sede do ANDES-SN;<br />
17 de maio: Dia nacional de mobilização e paralisação dos servidores públicos federais.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Fonte: ANDES-SN<br />
</span></p>
</div>
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		<title>Fórum das ADs cobra PL da autonomia na Codes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórum das ADs]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p id="yui_3_2_0_1_1337000022482183" style="text-align: justify;"><a href="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0608.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3118" title="IMG_0608" src="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0608-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após inúmeras tentativas do Fórum das ADs, finalmente os dirigentes das Associações de Docentes das Universidades Estaduais da Bahia (Ueba) voltaram a se reunir com a Coordenação de Desenvolvimento da Educação Superior (Codes) e a Secretaria de Administração (Saeb) nesta sexta, 11, para discutir as pautas do Movimento Docente (MD), especialmente o Projeto de Lei da Autonomia. O encontro ocorreu com as presenças do Chefe de gabinete da Saeb, Edelvino da Silva Góes Filho e o novo coordenador da Codes, Nildon Pitombo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de chegar a pouco tempo na coordenação, Nildon Pitombo já se adaptou à política da enrolação do governo e informou o Fórum das ADs que somente a governadoria poderia prestar informações sobre o PL da Autonomia. Revelou que a produção do texto ainda não foi encerrada, mas que a Saeb se reunirá somente com os reitores para tratar da questão, e, logo em seguida enviará para a Assembleia Legislativa (ALBA). Segundo Pitombo, o governo provavelmente não encaminhará o PL para o Fórum das ADs e diante disso o MD terá que se acertar com os reitores caso queira conhecê-lo.</p>
<div style="text-align: justify;">Ainda segundo Pitombo, que afirmou não ter acesso ao PL, a Codes não pode intervir junto ao governador na questão do PL, mas apenas junto às secretarias. Antes de encerrar o encontro, atendeu o pleito do Fórum das ADs e concordou em buscar viabilizar uma reunião com Secretário de Administração para que o MD possa conhecer o PL da Autonomia e participar das discussões antes de ser enviado à ALBA.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Fonte: Ascom ADUSB-SSind</div>
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