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	<title>ADUSC</title>
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	<description>Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Santa Cruz</description>
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		<title>ADUSC participa de manifestação a favor da libertação do PMs da BA</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:45:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na manhã desta sexta-feira, 17 de fevereiro, os familiares dos policiais militares presos arbitrariamente após o termino da greve, foram às ruas do Centro Histórico de Ilhéus protestar a favor da libertação dos seus entes. Durante a passeata não faltaram críticas ao governador Jaques Wagner e acusações de que o governo baiano &#8220;sequestrou&#8221; os policiais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na manhã desta sexta-feira, 17 de fevereiro, os familiares dos policiais militares presos arbitrariamente após o termino da greve, foram às ruas do Centro Histórico de Ilhéus protestar a favor da libertação dos seus entes. Durante a passeata não faltaram críticas ao governador Jaques Wagner e acusações de que o governo baiano &#8220;sequestrou&#8221; os policiais quando estes se apresentaram ao Comando Regional de Policiamento e não retornaram mais para casa.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato percorreu as principais ruas da cidade e terminou em frente ao Palácio Paranaguá, sede do governo municipal. Manifestantes portavam faixas cobrando mais respeito com os policiais detidos e suas famílias. &#8220;Por que aprisionar quem garante a nossa liberdade?&#8221;, indagava um deles.</p>
<p style="text-align: justify;">A 1º tesoureira da ADUSC, professora Marlene Dantas, esteve presente na manifestação representando a entidade, levando apoio e solidariedade às famílias dos policiais presos injustamente. Grande parte da população também compareceu para apoiar a iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante deste cenário, a diretoria da ADUSC repudia o caráter autoritário e intransigente do governo Wagner com a Polícia Militar da Bahia e sua política de sucateamento dos serviços públicos. Repudia também a determinação da Justiça Militar em expedir mandato de prisão aos policiais militares que participaram do movimento grevista.</p>
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		<title>POLÍTICA DE TERRA ARRASADA NA EXPULSÃO DOS TUPINAMBÁ NO ACUÍPE</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[RELATO DO ATO DE APOIO REALIZADO NO DIA 11/02/12 No dia 11/02/2012 (sábado) realizamos o Ato de Apoio aos Tupinambás no Acuípe-Ilhéus-Bahia. Lembrando: aquela Comunidade Indígena foi expulsa com violência e preconceito de suas terras tradicionais (01/02/2012) pelo estado, justiça e policia federal. Segundo os relatos, os policiais foram agressivos com crianças, anciões, mulheres e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>RELATO DO ATO DE APOIO REALIZADO NO DIA 11/02/12</h6>
<h6 style="text-align: justify;">No dia 11/02/2012 (sábado) realizamos o Ato de Apoio aos Tupinambás no Acuípe-Ilhéus-Bahia. Lembrando: aquela Comunidade Indígena foi expulsa com violência e preconceito de suas terras tradicionais (01/02/2012) pelo estado, justiça e policia federal. Segundo os relatos, os policiais foram agressivos com crianças, anciões, mulheres e homens. De acordo com as narrativas, os que efetuaram a ação humilharam um dos pajés da comunidade Tupinambá, deixando o mesmo de joelhos na lama e com as mãos na cabeça por cerca de quase duas horas. Os invasores satirizaram o Porancy &#8211; ritual sagrado – que foi realizado pela comunidade durante a invasão.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Esta invasão (alguns chamam de &#8220;reintegração de posse&#8221;) quebrou um acordo que não haveria ações como esta em terras indígenas retomadas de longa data (com no mínimo dois anos de ocupação), até o julgamento do relatório da FUNAI que demarcou as terras Tupinambá. Aliás, o relatório é de 2009 e até agora a justiça federal não julgo o mesmo, aumentando o clima de tensão em Olivença e região. Parece que não existe interesse político e social daqueles que detém o poder no estado da Bahia e no governo federal. Isso significa que todo o povo Tupinambá, além de sofrer com o processo de criminalização, preconceito e violência policial, agora também fica com me do do estado e da justiça porque, a qualquer momento, novas reintegrações podem ocorrer.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Durante o Ato de Apoio aos Tupinambás que realizamos no dia 11/02/2012, antes de levarmos os alimentos recolhidos à Comunidade Indígena que encontra-se “acampada” no entorno e no núcleo escolar localizado no Acuípe (Escola Estadual Indígena Tupinambá-EEITO), o Cacique Val circulou com os presentes nos lugares onde a policia federal efetuou a invasão. Ouvimos relatos da ação e observamos o resultado da ação policial, conforme iremos apresentar na sequência.<span id="more-2817"></span></h6>
<h6 style="text-align: justify;">O quadro que observamos lembra muito a política de terra arrasada adotada pelas tropas nazistas na II Guerra Mundial e pelo exercito (também fascista) norte-americano nos territórios invadidos no Afeganistão, Iraque e em outras nações. A ação adotada no Acuípe foi de expulsão com violência, preconceito em relação aos índios. Em seguida a policia federal ordenou e destruição das moradias, criações e plantações. Os tratores a mando dos policiais destruíram casas não deixando tempo, por vezes, para as pessoas tirarem todos seus pertences ou parte do material utilizado para a construção.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">O Cacique Val nos mostrou uma serie de moradias destruídas, uma fábrica de farinha de mandioca arrasada, roçados danificados e/ou em estado de abandono por não ser possível mais cuidar do plantio. No lugar onde ficava a fábrica de farinha até o galinheiro foi destruído e encontramos o esqueleto de um cachorro de caça da comunidade indígena morto durante a ação realizada.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">A ação foi clara: destruir tudo para que os Tupinambá não voltassem. Atualmente parte daquela Comunidade reelabora suas vidas, resistindo cotidianamente no e entorno do núcleo escolar do Acuípe da EEITO (Escola Estadual Indígena Tupinambá). Lá o quadro é: pouco espaço para muita gente &#8211; o lugar não é adequado para moradia; alguns índios estão sob as lonas; e, além disso, logo iniciam as aulas, sendo necessária a saída daqueles que foram expulsos de suas terras.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Sabemos que muitos não gostam de utilizar adjetivos nos textos para manter a frieza de suas narrativas, mas, neste caso e em vários outros, não tem como não dizer: maldade pura do estado brasileiro (governo federal e estadual da Bahia), da (in)justiça e policia federal. Por isto novamente escrevemos: não importa só o partido que está no poder (seja ele na Bahia, em São Paulo, em Brasília), pois as ações autoritárias se repetem por este país a fora.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Entretanto, pensamos aquela maldade não foi casual. A crueldade estatal adotada é ideológica e histórica porque sempre se direciona: aos índios, negros, mestiços, pobres rurais/urbanos. Uma maldade que procura criminalizar, humilhar, amedrontar, destruir e arrasar.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Porém, durante o Ato de Apoio que realizamos no dia 11/02/2012 sentimos que a COMUNIDADE TUPINAMBÁ NO ACUÍPE NÃO FOI DERROTADA. AQUELA COMUNIDADE RESISTE E REELABORA A VIDA PARA QUE A LUTA PELAS TERRAS TRADICIONAIS CONTINUE. Você observa isto nas caras dos Anciões, Curumins, Cunhatãs, Guerreiras e Guerreiros Tupinambá daquela área e por toda Olivença.</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Um Porancy será realizado. A Comunidade Indígena irá dançar pisando forte no chão e cantando bem alto para que os encantados e espíritos ofereçam força. Esta pisada e cantoria durante o Porancy também irá ecoar em alto som nos ouvidos dos que estão no poder não os deixando dormir para todo o sempre. Os Tupinambás cantaram:</h6>
<h6>“OH &#8230; DEVOLVAM NOSSAS TERRAS</h6>
<h6>NOSSAS TERRAS NOS PERTENCEM</h6>
<h6>DEVOLVAM NOSSAS TERRAS</h6>
<h6>NOSSAS TERRAS NOS PERTENCEM</h6>
<h6>NELAS TORTURAM, MATARAM E ENTERRARAM</h6>
<h6>NOSSOS PARENTES</h6>
<h6>NELAS TORTURAM, MATARAM E ENTERRARAM</h6>
<h6>NOSSOS PARENTES</h6>
<h6>OH &#8230; DEVOLVAM NOSSAS TERRAS</h6>
<h6>NOSSAS TERRAS NOS PERTENCEM</h6>
<h6>DEVOLVAM NOSSAS TERRAS</h6>
<h6>NOSSAS TERRAS NOS PERTENCEM”</h6>
<h6>(Canção Guerreira Tupinambá)</h6>
<h6>
AWERE!</h6>
<p>Comissão Organizadora do III Seminário de História Indígena Caboclo Marcelino -UESC</p>
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		<title>ADUSC participa de Ato de solidariedade à Comunidade Indígena Tupinambá</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADUSC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na madrugada do dia 2 de fevereiro, a Polícia Federal, invadiu a Comunidade Indígena Tupinambá do Acuípe de Baixo (área de retomada), localizada a 30 km de Ilhéus para cumprir mandado de reintegração de posse, mesmo com a publicação da decisão do STJ que suspendia todas as reintegrações de posse no território. Os índios afirmaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02382.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2810" title="SONY DSC" src="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02382-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Na madrugada do dia 2 de fevereiro, a Polícia Federal, invadiu a Comunidade Indígena Tupinambá do Acuípe de Baixo (área de retomada), localizada a 30 km de Ilhéus para cumprir mandado de reintegração de posse, mesmo com a publicação da decisão do STJ que suspendia todas as reintegrações de posse no território. Os índios afirmaram ter um acordo com a Justiça Federal, o qual garante que as áreas retomadas há mais de 2 anos não sofreriam Ação Judicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo depoimento do cacique Val, da aldeia do Acuípe de Baixo, a Polícia Federal agiu com brutalidade e violência desmedida, retirou crianças de colo, idosos, mulheres e adolescentes de suas moradias, mesmo com a chuva que caía no momento da ação.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02434.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2811" title="SONY DSC" src="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02434-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O cacique relata que o prejuízo foi muito grande, foram destruídas 15 casas de alvenaria, 05 casas de madeiras, e muitas ocas de palha; os pertences dos índios foram colocados a beira da BA 001 e 32 famílias foram desabrigadas. No momento, uma parte da comunidade está alojada em barracas improvisadas e a outra parte está, provisoriamente, numa pequena escola da região até o retorno das aulas, momento em que ficarão mais uma vez sem abrigo.<span id="more-2809"></span> <a href="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02452.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2812" title="SONY DSC" src="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02452-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Devido a este episódio de violência, a ADUSC em conjunto com professores e alunos do curso de História da UESC, participou de um ato de solidariedade à comunidade indígena Tupinambá, no último sábado, 11/02. Na oportunidade, o grupo entregou mantimentos básicos para ajudá-los no sustento de suas famílias, já que estão proibidos de entrar na área para retirarem as plantações, fontes de alimentação dos indígenas.</p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador da atividade, professor de História e coordenador do PIBID _Programa de Iniciação à Docência da UESC na Escola Indígena Tupinambá de Olivença, Carlos José Ferreira alerta que é necessário que sejam apurados os fatos e tomadas as medidas necessárias para que as pessoas que moram nessas comunidades sejam ressarcidas pelo que ocorreu. Segundo ele, “os índios da comunidade Tupinambá de Olivença estão sofrendo humilhações e perseguições dos não índios há séculos, pois até o direito de serem índios têm sido negado. Algumas pessoas e parte da imprensa local ainda afirmam que a comunidade Tupinambá é composta de ‘supostos índios’. Isto caracteriza um preconceito e violência contra os Tupinambás, pois eles são o grupo que teve os primeiros contatos com a civilização europeia”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02449.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2813" title="SONY DSC" src="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02449-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O prof. Luiz Henrique Blume, secretário geral da ADUSC, afirma que “esta ação da Polícia Federal é um sinal claro de que alguns juízes estão ao lado dos interesses do capital, utilizando-se da estratégia de tratar os movimentos sociais como caso de polícia”. Segundo o professor, a ADUSC organizará uma campanha contra a criminalização dos movimentos sociais, pois “a ação violenta de despejo contra os índios de Olivença faz parte da mesma estratégia de criminalizar os movimentos sociais, seja através da prisão dos líderes grevistas, como foi no caso da greve da Polícia na Bahia, seja na desocupação violenta dos moradores do Pinheirinho”.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário, ainda, que seja finalizado o processo de demarcação de uma área que abrange os municípios de Ilhéus, Buerarema e Una, em um total de 47.376 hectares, já reconhecida como território tradicional pela FUNAI.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando, o cacique Val, da aldeia Tucumã faz um apelo à comunidade da UESC: “A gente precisa ser parceiro, a comunidade índigena ela também é uma comunidade de brasileiros, e as lutas fazem parte de cada comunidade, seja ela quilombola, seja ela indígena. A gente precisa ter o entendimento e o respeito pelas coisas que estão acontecendo e que a comunidade venha apoiar a causa Tupinambá”. Para o cacique, o problema só será resolvido se o Brasil pagar a dívida histórica que têm com os índios: “O Brasil tem uma dívida com a gente. Todo o território era indígena. Demarcando esse pedaço de terra de 47 mil hectares é o mínimo que o Brasil pode pagar”.</p>
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		<title>Governador anuncia cortes e reajuste linear</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mensagem proferida durante a abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa (AL-BA) nesta quarta, 15, o governador Jaques Wagner anunciou que continuará com a política de cortes. Ele alegou que o contingenciamento se dá em função de restrições estaduais e nacionais, resultado da crise econômica mundial. “Esse é um dos motivos de haver dificuldade para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em  mensagem proferida durante a abertura dos trabalhos na Assembleia  Legislativa (AL-BA) nesta quarta, 15, o governador Jaques Wagner  anunciou que continuará com a política de cortes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele  alegou que o contingenciamento se dá em função de restrições estaduais e  nacionais, resultado da crise econômica mundial. “Esse é um dos motivos  de haver dificuldade para atender as demandas salariais, seja pelo  conjunto do orçamento, seja pelo limite da lei de responsabilidade  fiscal”, disse em sua mensagem. Ainda segundo o governador, estão sendo  feitos estudos para o planejamento dos cortes, tal qual ocorreu em 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O  governador também entregou ao legislativo o Projeto de Lei do reajuste  linear para todos os servidores estaduais. Conforme já anunciado pela  imprensa, o PL prevê recomposição da inflação em 6,5% conforme resultado  do Índice  Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) medido pelo Instituto  Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011. No ano anterior  (2010), a inflação foi de 5,91%.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim  como nos anos anteriores, novamente os servidores continuarão pagando  as contas da crise que se alastra por todo o mundo, enquanto o sistema  capitalista se arrasta para sobreviver.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Ascom ADUSB-SSind</p>
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		<title>Vitória: PEC 270/08 é aprovada em segundo turno na Câmara e segue para o Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Após extensa campanha do conjunto de entidades representativas dos servidores públicos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 270/08 foi aprovada, em segundo turno, na Câmara dos Deputados, na noite desta terça-feira (14), com 428 votos favoráveis, 3 contrários e apenas 1 abstenção. A PEC já havia sido aprovada em primeiro turno, por unanimidade, em dezembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após  extensa campanha do conjunto de entidades representativas dos  servidores públicos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 270/08  foi aprovada, em segundo turno, na Câmara dos Deputados, na noite desta  terça-feira (14), com 428 votos favoráveis, 3 contrários e apenas 1  abstenção. A PEC já havia sido aprovada em primeiro turno, por  unanimidade, em dezembro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O  resultado da votação na Câmara é considerado uma grande vitória dos  movimentos e entidades que lutam em defesa do direito dos trabalhadores  aposentados. O texto segue agora para apreciação no Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">A  continuidade da luta em defesa dessa proposta e também da PEC 555, que  propõe reverter o desconto de INSS dos servidores aposentados, foram  deliberações da plenária do 31º Congresso do ANDES-SN, realizado em  janeiro na cidade de Manaus (AM), e incorporam o plano de lutas gerais  do sindicato para 2012.<br />
Maria  Suely Soares, 3ª Tesoureira do ANDES-SN e coordenadora do grupo de  trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria, também avalia  que, apesar de não garantir a retroatividade a 2003 &#8211; o que foi  suprimido do projeto original -, a aprovação da proposta é muito  importante.<br />
<span id="more-2804"></span><br />
“A defesa da qualidade de vida e do salário na  aposentadoria é um dos pontos do Plano de Lutas do Sindicato Nacional.  Sem dúvida, a aprovação da PEC 270/08 é uma enorme conquista para o  movimento, pois resgata direitos que foram usurpados dos trabalhadores  com a Reforma da Previdência. Além disso, atende ao que o ANDES-SN  defende historicamente, que é uma previdência social por repartição, com  pacto entre gerações, na qual todos têm direito de viver com dignidade  na velhice ou quando impossibilitados de trabalhar”, comentou, quando da  votação em primeiro turno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entenda</strong><br />
A  PEC 270/08 resgata a paridade e integralidade na aposentadoria por  invalidez, ao conceder aposentadoria integral aos servidores públicos  aposentados por invalidez permanente caso tenham ingressado no serviço  público até 31 de dezembro de 2003, data de publicação da Emenda  Constitucional 41, a última reforma da Previdência.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não se pode  esquecer, porém, que a integralidade e a paridade não serão mantidas  para as aposentadorias por invalidez permanente de servidores que tenham  ingressado a partir de 1° de janeiro de 2004. A luta contra as reformas  da previdência deve continuar, em defesa dos direitos de todos os  servidores públicos, em especial dos que virão a se aposentar por  invalidez”, reafirmou Maria Suely.</p>
<p style="text-align: justify;">De  acordo com o texto, o servidor que entrou no setor público até essa  data e já se aposentou ou venha a se aposentar por invalidez permanente  terá direito a proventos calculados com base na remuneração do cargo em  que se der a aposentadoria, sem uso da média das maiores contribuições,  como prevê a Lei 10.887/04, que disciplinou o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas  aposentadorias também terão garantida a paridade de reajuste com os  cargos da ativa, regra estendida às pensões derivadas desses proventos.  Segundo o relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a mudança  feita pela PEC corrige uma das distorções da reforma previdenciária. “É  inaceitável que o indivíduo atingido por uma situação de invalidez, que  mais precisa de cuidados e atenção do Estado, tenha seus proventos mais  limitados que o servidor saudável”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A  Reforma da Previdência instituiu a aposentadoria por invalidez  permanente com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto  se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença  grave, contagiosa ou incurável listada em lei.<br />
<strong><br />
Retroatividade</strong><br />
No  substitutivo que Faria de Sá apresentou à comissão especial, estava  prevista retroatividade a 2003, mas o texto aprovado retirou essa regra  nas negociações com o governo. Para o relator, os aposentados poderão  recorrer à Justiça para requerer a retroatividade. “O governo foi contra  a retroatividade mas ela poderá ser requerida na Justiça”, afirmou o  deputado.</p>
<p style="text-align: justify;">A PEC estipula um prazo de 180 dias para o Executivo  revisar as aposentadorias e pensões concedidas a partir de 1º de janeiro  de 2004. Os efeitos financeiros dessa revisão vão valer a partir data  de promulgação da futura emenda constitucional.</p>
<div style="text-align: right;"><strong>Fonte: </strong>ANDES-SN</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Jaques Wagner pede redução no Piso Nacional dos Professores</title>
		<link>http://www.adusc.org.br/2012/02/jaques-wagner-pede-reducao-no-piso-nacional-dos-professores/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adusc.org.br/?p=2802</guid>
		<description><![CDATA[Por Gusmão Neto O governador Jaques Wagner quer comprar briga com mais uma categoria do funcionalismo público baiano. O gestor pediu ao presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT), para colocar em votação o projeto que reduz o piso nacional dos professores. O pedido ocorreu durante a posse de Maria Graças Foster na presidência da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Gusmão Neto</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O governador Jaques Wagner quer comprar briga com mais uma categoria  do funcionalismo público baiano. O gestor pediu ao presidente da Câmara,  deputado Marco Maia (PT), para colocar em votação o projeto que reduz o  piso nacional dos professores. O pedido ocorreu durante a posse de  Maria Graças Foster na presidência da Petrobrás, segundo nota do jornal O  Globo.</p>
<p style="text-align: justify;">O piso nacional dos professores é uma luta antiga da classe  educadora, que foi aprovada no parlamento e sancionada no Executivo. O  reajuste em 2012 será de 22%, mas o governador quer que o aumento seja  de apenas 6%. Também pediram a redução do reajuste os governadores  Sérgio Cabral (RJ), Antonio Anastásia (MG) Cid Gomes (CE) e Renato  Casagrande (ES).</p>
<p style="text-align: justify;">O governador já saiu arranhado em alguns episódios envolvendo o  funcionalismo público, como o corte no Planserv, o não pagamento da URV,  a recente greve na Polícia Militar, dentre outros.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Teia de Notícias</p>
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		<title>Campanha 10% do PIB para educação pública, já! solicita audiência na Câmara</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 15:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), 2010-2020, é uma das prioridades do governo para esse semestre. O mesmo insiste na aplicação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB), muito aquém dos 10% apontado por diversos estudiosos como o mínimo necessário para começar a reverter o enorme atraso da educação pública no país. Diante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), 2010-2020, é uma das prioridades do governo para esse semestre. O mesmo insiste na aplicação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB), muito aquém dos 10% apontado por diversos estudiosos como o mínimo necessário para começar a reverter o enorme atraso da educação pública no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, representantes do comitê executivo da campanha “10% do PIB para Educação Pública, já!” foram, na quarta (8), ao gabinete do relator da Comissão Especial que analisa o PNE reivindicar o agendamento de uma audiência pública para ampliar a discussão a respeito do Plano.</p>
<p style="text-align: justify;">O Comitê Executivo Nacional da campanha realizou, na terça (7) em Brasília, uma reunião ampliada para avaliar o plebiscito popular realizado em todo o país e também discutir os próximos passos da campanha. Construíram também uma agenda para a continuidade da disputa pela aplicação imediata de 10% do PIB na educação pública. Leia <strong><a href="http://portal.andes.org.br:8080/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=5148">aqui</a>.</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: Ascom ADUFS<br />
</strong></p>
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		<title>Salário mínimo atual representa menos de 30% do necessário, aponta Dieese</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 15:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O salário mínimo atual, R$ 622, é menos de um terço do que uma família, com dois adultos e duas crianças, precisa para se manter, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas (Dieese). O órgão divulgou nesta semana o valor de R$ 2.398,82, como sendo o rendimento base necessário para atender o preceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O  salário mínimo atual, R$ 622, é menos de um terço do que uma família,  com dois adultos e duas crianças, precisa para se manter, segundo  cálculo do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas  (Dieese). O órgão divulgou nesta semana o valor de R$ 2.398,82, como  sendo o rendimento base necessário para atender o preceito  constitucional.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo 7º, do capítulo II da Constituição  Federal, prevê &#8220;salário mínimo fixado em lei, nacionalmente unificado,  capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua  família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário,  higiene, transporte e previdência social, reajustado periodicamente, de  modo a preservar o poder aquisitivo, vedada sua vinculação para qualquer  fim&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com nota divulgada pelo Dieese, para chegar ao  montante divulgado para o mês de janeiro de 2012, foi ponderado o gasto  familiar, considerando uma família composta por dois adultos e duas  crianças, sendo que estas consomem o equivalente a um adulto e o maior  valor da ração essencial das localidades pesquisadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carreira docente</strong><br />
O valor do mínimo calculado pelo Dieese serve como referência para várias categorias elaborarem suas pautas de reivindicações. No  caso dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), o  montante representa o número de referência &#8211; gerador da tabela proposta  na reestruturação da carreira dos professores federais &#8211; correspondente  ao professor nível I, graduado, em contrato de 20 horas semanais.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: ANDES-SN</p>
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		<title>ANDES-SN divulga relatório do 31º Congresso</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andes-SN]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem não participou do 31º Congresso do ANDES-SN, realizado de 15 a 20 de janeiro, em Manaus, terá a oportunidade de acessar todas as deliberações aprovadas pelos delegados, assim como saber o que foi discutido no evento. Como forma de democratizar com a categoria as discussões realizadas no evento, a direção nacional enviou para todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem   não participou do 31º Congresso do ANDES-SN, realizado de 15 a 20 de   janeiro, em Manaus, terá a oportunidade de acessar todas as deliberações   aprovadas pelos delegados, assim como saber o que foi discutido no   evento. Como forma de democratizar com a categoria as discussões   realizadas no evento, a direção nacional enviou para todas as seções   sindicais o Relatório Final do 31º Congresso, que também pode ser lido <a href="http://portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-584540886.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Constam  do relatório, além das atas das plenárias realizadas, o  discurso da  presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa, na abertura do  Congresso, assim  como a Carta de Manaus, aprovada na plenária final do  evento, que  sintetiza as discussões realizadas. Também estão no  Relatório, a  nominata das chapas que se inscreveram para as próximas  eleições do  ANDES-SN.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o 31º Congresso, foi deliberado, dentro das  lutas gerais, a  necessidade de se reforçar o trabalho de base e a defesa  do Sindicato  Nacional e de seu registro sindical. Os delegados também  aprovaram o  enfrentamento às atitudes e políticas arbitrárias e  privatistas no  âmbito de Ciência e Tecnologia, como parte importante da  luta central  em defesa de melhores condições de trabalho e da  valorização do  trabalho docente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às lutas específicas  para os setores, foi aprovado que, nas  campanhas salariais no âmbito das  estaduais sejam implementadas medidas  que fortalecem a perspectiva de  ação mais unitária nacionalmente. <span id="more-2794"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para o setor das particulares,  foram aprovados passos que permitam ao  Sindicato analisar  criteriosamente a situação dos docentes das  instituições particulares e  organizar a reação, como também avançar na  discussão sobre a inserção  deste setor no ANDES-SN.</p>
<p style="text-align: justify;">“No setor das federais optamos por  intensificar a luta pela nossa  proposta de carreira, solidamente  construída em nossas bases,  juntamente com a campanha salarial unificada  dos Servidores Públicos  Federais, já em curso”, explica a presidente do  ANDES-SB, Marina  Barbosa.</p>
<p style="text-align: justify;">O 31º Congresso também se debruçou  sobre outras questões de relevância  para a classe trabalhadora como a  relação de interesse do capital nas  questões dos agrotóxicos,  transgênicos, matriz energética, código  florestal e na segregação  sócio-espacial intensificada pelos  megaeventos e o uso das Unidades de  Polícia Pacificadora (UPP) como  estratégia de “limpeza social” e  questões de gênero, etnia e  diversidade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as  deliberações, estão também a luta contra o Pronatec, a  continuidade da  campanha pela aplicação imediata de no mínimo 10% do  Produto Interno  Bruto (PIB) na educação pública, a defesa do Sindicato  Nacional no  fortalecimento da luta pelo registro sindical e a  reformulação do  Caderno 2 – que contém a proposta do ANDES-SN para a  Universidade  Brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">“Preparamos também nossa intervenção no congresso  da nossa central, a  CSP-Conlutas, por entendermos que a luta dos  docentes deve estar  articulada com as lutas dos trabalhadores e que  nossa central é  instrumento fundamental para consolidar esta  articulação. Reafirmamos  nossa responsabilidade e envolvimento com a  nossa central por isso  defendemos propostas para apresentarmos e  contribuirmos no debate do 1º  Congresso da Central”, argumenta Marina  Barbosa.</p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções do 31º Congresso estão nas páginas 163 a 213 do documento.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: ANDES-SN</p>
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		<title>Prato do Restaurante Universitário da UESC aumenta para R$ 5,20</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 16:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UESC]]></category>

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		<description><![CDATA[Em reunião com a Pró-Reitoria Administrativa (PROAD) na manhã da última quarta-feira, 08/02, a ADUSC foi informada que a partir do dia 27 de fevereiro o preço do prato servido no Restaurante Universitário da instituição aumentará para R$ 5,20. O valor da refeição subsidiada (R$1,00) e a quantidade disponibilizada (450 por dia) para os estudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/RU.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2785" title="RU" src="http://www.adusc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/RU-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em reunião com a Pró-Reitoria Administrativa (PROAD) na manhã da última quarta-feira, 08/02, a ADUSC foi informada que a partir do dia 27 de fevereiro o preço do prato servido no Restaurante Universitário da instituição aumentará para R$ 5,20. O valor da refeição subsidiada (R$1,00) e a quantidade disponibilizada (450 por dia) para os estudantes de graduação permanecerão os mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo comunicado enviado pela Reitora Adélia Pinheiro a razão para o aumento do valor é a necessidade da manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do contrato entre a UESC e a empresa LA IN COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA, concessionário do prédio do Restaurante Universitário, que se mantém inalterado há 3 anos.</p>
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